A nossa viagem a Paris
1/18/16
Aterrámos por volta das 15h no aeroporto Charles de Gaulle.
Seguimos de comboio até ‘Le Marais’ onde se localizava o nosso apartamento.
Adorei a zona que escolhemos, super movimentada, juvenil com um mix de culturas
absolutamente fascinante. Neste primeiro dia passeámos junto ao Sena, vimos o
Hotel D’Ville e jantámos no ‘La chaise au Plafond’, relativamente acessível e
onde provei o famoso boeuf bourguignon.
Aprovado!

No dia seguinte, como não podia deixar de ser, uns
croissants bem estaladiços para o pequeno-almoço e toda uma aventura planeada
sem horas de regresso.
Começámos por visitar a Catedral de Notre Dame.

Passámos também pela Livraria de Shakespeare, onde tomámos o
nosso expresso, a preço de ouro. A livraria está muito gira, muito acolhedora,
cada detalhe da decoração parece contar uma história. Só é pena não permitirem
tirar fotografias lá dentro, por isso, vendo também o lado bom da questão, não
deixem de visitar quando planearem a vossa viagem a Paris, ver para crer!


Daqui fomos até ao Arco do Triunfo e descemos pelos Campos Elíseos
até ao jardim junto à Torre Eiffel onde almoçámos. Subimos a Torre Eiffel até
ao último piso, superei um bocadinho mais o meu medo das alturas! E só mesmo
daqui se pode ter a mais bela vista sobre a cidade do amor. Vale muito, mas
mesmo muito a pena.




Já quase ao anoitecer fizemos um passeio de barco pelo Sena.


O dia antes de regressarmos acho que foi o que vimos mais
coisas: de manhã visitámos o Louvre (Obviamente que não vi o Louvre todo, acho
que precisava de uma semana! Vimos o que mais nos interessava.), almoçámos no
Jardim Tuileries, seguimos para o Palais Royal, Galerias Viviene, Place Vendôme
(onde encontram lojas como a Dior, Chanel, Rolex...) onde bebi o melhor
chocolate quente de sempre (Angelina) e terminámos no Sacré-Coeur e na Praça dos Artistas (Place du Tertre).



Nesse dia jantámos no restaurante La Panfoulia. Optámos por
petiscar entre enchidos, queijos e um bom vinho.
No último dia estivemos na Place dos Vosgues, no Mercado da
Bastilha e no rooftop das Galerias Lafayette. Mais uma vez, uma vista linda!
(sou suspeita, procuro sempre locais com vistas especiais para fotografar!).





Espero que tenham gostado de regressar até Paris na nossa
companhia.
Much love,
Sílvia.
Eu
1/12/16

O prometido é devido. Só para fechar este capítulo menos bom
que me fez estar tão ausente. 2015 foi um ano e tanto, aconteceram coisas
maravilhosas e estou grata por isso, mas também me deu uns quantos meses, dias
e semanas agitados.
Há um pedido de mudança que grita desesperadamente dentro de
mim. E quando me deparei ainda mais com a realidade da impossibilidade de
concretizar para já esta mudança, senti-me muito perdida, infeliz e
desmotivada. Houve momentos que pensei em apenas desistir deste lado criativo
da minha vida. E assim fui-me isolando e desligando, tentando fingir que nunca
nada disto tinha existido. Mas como podia eu desistir do que me faz sentir verdadeiramente
feliz e viva? Quanto mais tempo passava, pior era, mais cinzenta me sentia.
Deixei-me estar no meu repouso emocional até ao fim do ano, para reconstruir e
lutar com toda a minha força neste novo ano.
Eu até podia sentir-me realizada com as minhas duas
profissões, se uma delas não tivesse sido uma absoluta desilusão. Digo-vos que
o que ainda me prende em farmácia comunitária são as pessoas que posso ajudar
todos os dias, que muitas delas já não me são desconhecidas, que fazem parte
dos meus momentos felizes, que se preocupam connosco, que entram só para dizer
bom dia, para levar uns figos, para mostrar o seu rebento. Ou mesmo quando só
querem de nós uma palavra de conforto ou um abraço. Já vivi todas estas
situações. Tirando isto, há pouco mais. Não desisti de ser farmacêutica porque
sei que me faltam conhecer muitas outras realidades desta profissão e tenho
lutado para que a minha oportunidade surja e me permita segurar este amor a
esta profissão que escolhi sem indecisões.
E quando esta parte se resolver tudo será tão mas tão mais
harmonioso.
E por tudo isto estive ‘fora’. Todos nós temos os nossos
momentos menos bons o mais importante é termos a coragem de pegar neles, ver o
seu lado bom e lutar para criarmos uma solução.
A vontade de partilhar com vocês mais um ano é gigante!
Obrigada pelo apoio de sempre.
Começo com este dia de descanso passado com o meu patudo
entre a cozinha e o sofá. Soube a mel.


Much love,
Sílvia.
Sara
1/6/16
Antes de mais, quero desejar-vos um feliz 2016, cheio de sonhos realizados. E um MUITO OBRIGADA, pela paciência e por permanecerem desse lado, APESAR desta longa e injustificada ausência.
Ontem o blog fez 6 anos, este foi o primeiro que não comemorei no verdadeiro sentido da palavra. Mas para o ano não se safam :) No primeiro ano fiz 182 posts, este fiz 30. Nem queria acreditar. O quanto estes números reflectem tanta mudança. Explico tudo num próximo post, este é para partilhar o quão bom foi trabalhar com a Sara, autora do Palmier. Mais um sonho que ganhou pernas para correr, é maravilhoso assistir.
Não deixem de espreitar!












Much love,
Sílvia.
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